Quando me deparei com o trecho da letra de "Always" - Atlantic Star:
"Você é como o Sol, afugentando toda a chuva
Quando você chega perto, traz dias mais brilhantes"
Fui inundado(a) por várias lembranças dos anos 80. Naquela época, eu não tinha TV a cabo e costumava assistir a filmes antigos que remontavam aos anos 90 e 2000. Esses filmes românticos criaram uma ideologia na minha mente sobre como seria um amor perfeito, ou melhor, um amor para toda a vida. Hoje, ao analisar mais profundamente, percebo que o verdadeiro amor é mais do que uma conexão emocional; é a convivência e o comprometimento em um relacionamento a dois, como um casamento.
Mas afinal, como encontrar a pessoa ideal para compartilhar a vida? Quais habilidades, características, gostos, temperamentos, relevância, paciência, sonhos e metas essa pessoa deve ter para que o relacionamento seja sustentável? E, ainda, o que é negociável e o que é inegociável na minha vida?
Em qualquer relacionamento, a base sempre será o respeito, porém, além disso, a admiração mútua é essencial, independentemente de quais habilidades possam ter sido listadas como requisitos para o parceiro ideal.
O casamento é um dilema em minha vida, mas compreendo que quando há uma relação saudável e repleta de amor, as dificuldades se dissipam, assim como o sol afugenta a chuva. Embora não devamos depositar nossa felicidade inteiramente nas mãos de outra pessoa, almejamos encontrar paz e harmonia ao lado do parceiro escolhido.
A plastificação das lembranças por meio da pressão da sociedade quanto ao status refletido nas Fotos
Ao presenciar duas pessoas posando para uma foto em meio a uma paisagem, ouço a seguinte conversa: "Tire a foto como se eu estivesse distraída." "Agora tire uma foto comigo como se eu estivesse olhando a paisagem e tivesse sido fotografada sem eu saber..." "Não tenho problema algum com a maneira como uma memória falsa pode ser retratada no futuro." Acredito que todos já tenham posado para uma foto com algum propósito, como uma foto profissional para o LinkedIn ou uma foto de aniversário, preferencialmente sorrindo. No entanto, ao entrar em um restaurante elegante ou não, percebo as pessoas se fotografando para registrar o local, a companhia ou a comida. No momento do clique, vejo sorrisos, mas ao me deparar com a foto tirada, percebo que os sorrisos se desvanecem e, pior ainda, noto o quão artificial é a composição da cena, em contraste com a comunicação humana genuína, substituída por uma interação através das redes sociais em meio a um jantar em fa...
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